sexta-feira, 30 de julho de 2010

DONO

Gostaria de estar neste momento numa grande cama, entregue a uma vontade que não é minha.
Quero uma vontade conseqüente de mim. Mas, que não pertença a mim.
Quero amor, quero abraços. Quero beijos que me roubem a língua.
Quero mãos que acariciem meu espírito. E êxtases que manipulem a minha alma.
A superficialidade me cansa, me angustia e até encurta minha felicidade quando esta existe.
Quero um amor imprevisível que abra os caminhos incomuns e proibidos do meu corpo.
Um amor que tire meu gozo. Que tire por si só e não por minha vontade.
Quero surpresas, prazer, amor, paixão, loucura, entrega.
Meu prazer não vem de mim. Não posso regê-lo.
Meu prazer vem da manipulação de um DONO.
Que conhece meu corpo. Que é o cartógrafo de um extenso mapa. O mapa do próprio prazer. Estando este último interligado a mim. Ao meu prazer.
Somos um só, sob um único comando. O comando do meu DONO.

Amo pertencer-lhe... Meu DONO

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quinta-feira, 22 de julho de 2010

Teste

Meus sentidos não conseguiam definir o lugar, ou a situação. A venda que me foi colocada pelo meu DONO na saída daquela festa realmente me isolou de maiores descobertas ou apostas de possíveis situações.
Eu só sentia o leve incômodo do plug que ele havia colocado em mim para irmos àquela festa.
Naquele momento eu não conseguia definir uma situação, lugar ou intenção. Apenas cedia aos braços do meu DONO que me levava consigo numa caminhada a algum lugar.

-      - Chegamos – ele me disse sorrindo; pelo menos eu senti assim.

-       - Chegamos onde? – perguntei com curiosidade.

-       - Não seja curiosa Coré, sua curiosidade sempre te atrapalha. Controle-se e submeta-se, apenas isso.

-       - Sim, meu DONO. Perdoe meu atrevimento.

O som do salto junto ao chão mudou. Não estávamos mais pisando sobre pedras. Parecia um piso cerâmico. Com certeza estávamos entrando em algum lugar mais fechado.
Ele me fez parar, me beijou e tirou meu vestido. Fiquei apenas de calcinha, cedendo aos movimentos que me eram impostos até estar em pé com os braços abertos para cima e as mãos presas. Meus pés também foram presos, com cordas.

-       - Não demoro a voltar meu amor! – foi o que ouvi dele após ser amarrada.

-       - Meu dono, mas onde você vai?

-       - Já lhe disse Coré, não seja curiosa!  Sua curiosidade sempre te atrapalha -  Ele disse isto com um tom irônico, mas com um fundo de afirmação.

-      - Me perdoe meu DONO, estou com medo. Não sei onde estou. Não estou vendo nada...

-       - Já lhe disse, não seja curiosa! – disse isto separando sílabas -  Como posso ser seu DONO se não houver confiança entre nós?

-       - Meu DONO...

-       - Coré, não demorarei. Fique aí como está! Se sentir fome, diga que está com fome. Se sentir sede diga que está com sede, se precisar de qualquer coisa, diga. E não me faça nenhuma outra pergunta. Eu amo você, cuido de você, porque sou seu DONO, isto é tudo que você precisa saber.

-       - Sim, meu DONO.

Ele me deu um longo beijo, seguido de um forte golpe no rosto. Colocou a mão entre as minhas pernas e se foi em seguida.

-Ah!  Você está muito linda assim! Estou orgulhoso de você! Faça-me lhe dizer e sentir isto novamente quando voltar – Ouví-lo dizer de longe.

Os passos sumiram do meu alcance.

Onde eu estava? Porque? Para quê?

Fiquei naquele lugar, naquela posição, durante muito tempo.  O tempo não era contável porque minha ansiedade atrapalhava. E as perguntas que me surgiam me faziam perder a noção de tempo e espaço.

O que meu DONO estava pretendendo? Porquê? Era uma educação ou punição? Eu estava tão incompleta assim na minha educação ou estava sendo punida?

Ouvi passos se aproximando na minha direção. Era meu DONO?

-       - Meu DONO ? – Perguntei.

Não obtive resposta. Ou até obtive, se é que se deve considerar como resposta ser açoitada por um chicote.

-      -  Meu DONO? – Perguntei novamente, sem obter resposta.

O chicote era o único som que se fazia ouvir, em cheio. Eu sentia prazer vindo do chicote e ardor e dor voltando com ele a cada chicotada.  Meu corpo parecia estar sendo esculpido por couro. Eu sentia a vívida cor das marcas pela dor.

A surra cessou após alguns minutos. Alguém estava andando a minha volta e eu sentia estar sendo observada, até sumir com os passos para longe e deixar uma eternidade tão dolorida quanto prazerosa. Uma miscigenação de sensações.

-       - Meu amor! Agora sim, você está mais bela que nunca! Foi bem tratada? – ouvi meu DONO falando, ao mesmo tempo em que se aproximava.

Então não foi ele quem me chicoteou?

-       - Você é meu maior tesouro. Deve ser lapidada. E é por isto que você está aqui.


      Continua....


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C

Emma Shapplin - Carmine Meo





Carmine Meo


Carmine sanati meo 

Adice praeceptis tuis 

Mala sunt vicina bonis 

Crimina tanta remitto 

Nauta qui traicis umbras 

Or attendi ! 

Qui nunc iacet horrida pulvis 

Non lacerarmi... 

Dio, massisti !... 

Ancora mi udi ? 

Dalle braccia sue la vita mi concedi 

Hoc perdidit ante puellas 

Son di lui ! 

Non posso sdegnarlo 

Non posso più 

In core, strano... 

I suoi accenti 

Son scolpiti... E lui nol sa ! 

Non muovere, presso a te son io 

Non muovere, lo spavento al cuor 

Non muovere, sconto col sangue mi-io 

L'amor di te... L'amor di te 

Non ventosas addidit alas 

Sorte cruda ! 

D'eterne lacrime 

Trema il mio cuor 

La mia sventura... 

Ô rimembranza ! 

Dalle braccia sue io non muovero 

Non muovero, presso a te son io 

Non muovero, lo spavento al cuor 

Non muovero, sconto col sangue mi-io 

L'amor di te... L'amor di te... Presso a te son io 

Non muovere, lo spavento al cuor 

Non muovere, sconto col sangue mi-io 

L'amor di te... L'amor di te

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Meu Caminho


Barqueiro que transportas sombras! 

Espere! 

Aqui jaz cinzas horríveis... 

Não me dilaceres 

Ajuda-me Deus! 

Ainda me ouve? 



Em seus braços me deste a vida 

E assim se perderam as donzelas... 

Eu pertenço... 

Não posso negar 

És estranho... 

Seus acentos ficaram gravados 

Em meu coração 

Ele não sabe 



Não se mecha... Fecho-me contra ti 

Não se mova... com medo no coração 

Pago com meu sangue 

O meu amor por ti 



Ninguém lhe deu as asas do vento... 

Cruel destino! 

Meu coração está agitado 

Soluçando eternamente 

Minha aventura 

Não passa de uma lembrança 

Não me tire dos seus braços 



Não se mecha... Fecho-me contra ti 

Não se mova... com medo no coração 

Pago com meu sangue 

O meu amor por ti

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Amo Pertencer-lhe

Minha inspiração vem de mim, pelo meu DONO.

A forma que ele me olha quando sou uma boa submissa dispensa qualquer pronúncia. Me envolve com o olhar, com os braços, sem me falar nada.

Sinto-o me protegendo, me cuidando.

Ele tem uma forma diferente de cuidar do meu sentimento.

Cuida de si mesmo, garantindo-se de que eu terei uma boa conduta. Assim deixo-o tranqüilo e ele não precisa se preocupar. Sabe que me educando estará livre de maiores preocupações e o seu tempo é o precioso tempo de estar comigo livre, real, perfeito segundo seus conceitos.

O Prazer e o amor que tenho em servi-lo, não me é imposto. Isto vem da minha alma e ele sabe disso quando me olha.

Gosto tanto de estar ajoelhada beijando-lhe os pés, quanto de estar envolvida em seus braços num descanso. 

Ser dele é razão suficiente para meu empenho, cuidado e para minha felicidade.

Amo-o por amá-lo. Sem maiores ou menores razões.

Esta prisão é a maior liberdade que eu posso desejar. A maior liberdade que existe.

Amo pertencer-lhe.

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sábado, 19 de junho de 2010

Descoberta- Continuação

Estava ali,  nua, de pés e mãos atados.  Livre dentro da minha própria prisão, a mesma liberdade que dava ao meu DONO a minha escravidão, o meu prazer, minha disponibilidade para a sua perversão, e a minha entrega.

Senti sua língua descendo pelas minhas costas sem a pressa convencional de uma grande vontade. Era como se eu estivesse sendo degustada pelo paladar calmo de um especialista que, por mais experiente que fosse, descobria mais um sabor atraente.
 
Ele parou ali, no final das minhas costas e se afastou por uns minutos, trazendo em seguida consigo uma venda e colocando-a no meu rosto.

Agora o teste daria-se por completo. Eu estava realmente a mercê da sua perversão, que me arrepiava só de imaginar até onde iria. E pelo que eu estava sentido iria bem longe, quebrando meus próprios tabus.  Ele estava invadindo o que eu tinha de mais meu, pelo menos era o que eu achava, com a  língua. Me fazia estremecer  a cada vez que o sentia degustando meu pudor.

Queria tanto que tivesse continuado. Mas ele novamente me despertou de mim mesma me fazendo sentir o ardor daquele chicote que eu mesma havia escolhido pela manhã. Que arrependimento eu senti naquela hora. Porque eu não me recusei a escolher aquele chicote?  Meus pensamentos só deixavam mais sensíveis a dor e o ardor que ele e o chicote me provocavam.

Naquele momento ele disse que tinha que me despertar do meu próprio prazer, que eu deveria aprender que o prazer dele em me degustar com a língua deveria vir em primeiro lugar e não o meu prazer em estar sendo degustada.

Como doía sentir os gomos do chicote contra minhas nádegas, minha costas. Ele não se continha e fazia eu me  sentir uma grande egoísta a cada vez que me avisava que o meu prazer seria a conseqüência do dele, se eu o deixasse cuidar de mim.

Implorei a ele que não me batesse mais naquele momento, que eu me comportaria, eu sabia que era aquilo que eu queria, só o que eu não havia feito era ceder à verdadeira entrega. Isso não o comoveu, porque ele ainda me chicoteou por alguns minutos até me dar outra chance de mostrar um bom comportamento.

Agradeci-o por ter me dado a nova chance e disse que me comportaria dali para frente.

Como que para me testar ele me tirou a venda e disse que se eu realmente me comportasse então não precisaria de venda, porque simplesmente continuaria com os olhos fechados porque ele me pediu assim. E foi o que fiz. Continuei na escuridão de um prazer desconhecido que nem vinha de mim, que era totalmente inesperado e imprevisível.  Isso me provocaria uma entrega ou uma renúncia?

Eu só ouvia seus movimentos pelo quarto e isso me atiçava ainda mais a abrir os olhos para prever a próxima libertinagem. Mas ao mesmo tempo eu pensava que estaria traindo-o e me traindo se fizesse isso. Continuei de olhos fechados porque ele interrompeu minhas dúvidas com o carinho que fazia nas minhas costas marcadas pelo chicote. Eu só não entendia se era um carinho de cuidado ou se era para intensificar a dor provocada, porque era o que eu sentia, muita dor.

Ele desceu a mão com umas bolinhas que pelo que eu sentia eram as menores e foi colocando-as uma a uma como numa educação. Uma educação para ele o para mim?  Eu ficava cada vez mais confusa com as perguntas que esses atos me despertavam.

As bolinhas pequenas eram prazerosas quando eram tiradas. Ele as trocava por outras maiores até colocar a primeira maior que me fez perguntar, porque ele não poderia ser como os outros homens atraídos por um método sexual convencional. Será que os outros homens realmente eram atraídos por isso?

Aquelas bolinhas eram realmente grandes, porque faziam-me sentir como se não coubesse mais nada dentro de mim. Elas me preenchiam de uma forma que eu mesma não imaginava ser possível. Mas como eu estava começando a entender ele sabia muito mais de como realizar as suas próprias vontades que por conseqüência as minhas.

Quem poderia ser melhor para ter-me para si, para cuidar de mim, cuidar dos próprios desejos? Até aquelas bolinhas enormes em mim ele sabia manipular com uma perfeição que nem eu mesma faria melhor. Elas saíam, enormes, uma a uma. Deixando muito mais agradável e prazeroso para ele o acesso aquele lugar que antes era secreto. Ele fazia tudo com maestria, regia o meu prazer por estar cuidando antes do próprio prazer.

Depois de deixar-me livre de todas aquelas bolinhas, ao contrario do que eu pensava ele não me deixou num descanso que eu imaginava ser certo. Ele colocou me um plug pequeno e disse que eu deveria descansar assim.

Me disse para abrir os olhos com um carinho no rosto e invadiu minha boca para me dar o presente por ter me comportado naquela primeira fase.

Depois disso deitou ao meu lado e me disse que estava orgulhoso de mim, da forma que eu havia me comportado.

Aquele realmente era o meu dono. Ele sabia cuidar do meu prazer, porque era um DONO, que cuidava do próprio prazer. Cuidava de mim para serví-lo.

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quinta-feira, 10 de junho de 2010

Descoberta



Entramos numa sex shop, eu e meu DONO. Estávamos de braços dados portando-nos como um casal comum. Com todo aquele roteiro de murmurinhos de vendedoras e demais clientes da loja, que eram em sua maioria mulheres sozinhas.

Era transparente no rosto das pessoas que nos olhavam a observação do contraste.

Uma menininha realmente mignon calçando infantis botas de camurça. Que mesmo estando felizmente sujeita às maiores devassidões imagináveis, estava naquele momento ruborizada.

E um homem, de pele morena bronzeada, com um nítido comportamento libertino.

Éramos eu e meu DONO, buscando o que mais tarde usaríamos da forma que ele quisesse. Só o que eu sabia era a indicação de cada artigo da loja, mas a forma que meu DONO os usaria comigo era imprevisível, como de todas as vezes.

Eu ficava cada vez mais atraída por tudo que estava à minha volta, incluindo às pessoas.

Começamos o passeio por uma exposição de anéis penianos e bolinhas tailandesas. Eu nunca havia usado uma daquelas. Eram tão bonitinhas, delicadas, femininas. Fiquei imaginando de quais tamanhos e de que forma poderiam ser usadas. Acabei pegando as menores, vermelhinhas, pouco maiores que uma cereja, por sugestão do meu DONO. Segundo ele eu deveria começar pela menor para sentir a evolução à qual elas me levariam, até fazer uso da maior de todas, que, aliás, era seu objetivo. Em seguida fomos para a melhor parte da sex shop, onde estavam os acessórios que eu mais temia e desejava ao mesmo tempo. Eram chicotes, de todas as formas, tamanhos, cores e comprimentos. Eu ainda não tinha meu chicote. Toquei todos eles, com calma e um certo receio. Aquele momento foi o que eu mais esperei e com certeza o meu DONO também.

Minhas pernas quase não se sustentavam ao tocar aqueles chicotes. Como eu me sujeitaria a eles? Por que me sujeitaria? Em que situações? Qual seria a intensidade? Eu tocava os tiras do chicote e imaginava as marcas que me deixariam. Fiquei em dúvida entre um chicote de tiras longas e um chicote de tiras curtas. Fiz a comparação que o chicote de tiras longas seria bem mais trabalhoso porque a alavanca a ser feita até tocar a pele é bem maior que no caso do chicote de tiras curtas. Mas o de tiras curtas necessitaria de mais força e repetições, o que me deixava receosa e desejando-o. Com base nesta comparação, optei pelo chicote de tiras curtas. Era um chicote lindo. Preto, de couro e com um acabamento perfeito.

Fomos para a sessão de brinquedinhos de borracha, os vulgos vibradores, plugs e etc. Vi um plug lindíssimo, de borracha, todo cor de rosa e pequenino, entre outros muito maiores. Mas, segundo orientação do meu dono, ir com sede ao pote não seria saudável além de não ser tão prazeroso. Pularia a parte de sentir a evolução de entrega e disposição total. Assim, optei pelo rosa, de pequeno comprimento e diâmetro.

O próximo e último acessório a ser escolhido, desta vez, pelo meu DONO, foi um brinquedinho de borracha azul clarinho . Era enorme para meus padrões. Devia ter uns 21 centímetros de comprimento e 8 centímetro de diâmetro. Era muito grande para mim, segundo meus próprios julgamentos. Fiquei feliz, porque sei que meu dono estava fazendo uma escolha certa, ele jamais erraria, minha confiança nele me deixou tranqüila.

Fomos para o caixa, pagamos, saímos e ainda passeamos muito mais naquela tarde.

Já em casa, tomei um demorado banho me preparando para o que poderia acontecer mais tarde. Coloquei uma calça colada Pink e uma blusa comprida, sem mangas, na cor preta e sapatos pretos altíssimos. Era assim que ele gostava de me ver. Bonita, sempre bem maquiada, em cima de altíssimos saltos, feminina, mulher e menina ao mesmo tempo. Perfumei-me e me apresentei a ele, que me levou até o carro dizendo que iríamos passar a noite num lugar diferente.

Entramos num quarto amplo, todo espelhado, com uma gigantesca cama alinhada ao centro da parede de frente para a porta. Mais afastado, num canto do quarto tinha uma banheira redonda de hidromassagem, que me povoou a mente com idéias malévolas. Aquela noite prometia!

Ele colocou uma música para tocar, era Emma Chaplin, me fazendo sentir um clima de fetiche no ar. Serviu-me uma bebida e sentou ao meu lado na poltrona espaçosa ao lado da cama. Conversamos por algum tempo, mas nada que não nos fizesse estar rendidos ao clima que a música de Emma Chaplin nos trazia. Ele colocou meu rosto entre suas mãos com carinho, com o mesmo cuidado com que se pega uma jóia e me beijou com intensidade, me fazendo ir às nuvens.

O beijo não durou muito porque fui despertada por uma mão forte que me fez arder o rosto com o golpe. Pelo jeito minha dúvida de que realmente ele era meu DONO não duraria muito. Será?!

Ele me disse para fechar os olhos. Era um teste de confiança, disso eu sabia. Mal sabia ele que era um teste para si mesmo. Fiquei assim enquanto ele me despia, até me colocar na cama com as costas para cima, atando minhas mãos para trás com cordas.

Ele começou percorrer minhas costas com a língua, me deixando em dúvida. Estava me esnobando com meu próprio prazer ou estava sendo carinhoso?

Continua....



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quarta-feira, 9 de junho de 2010

DONO...

Não quero ser dominada apenas pelo forte timbre de voz, pelo chicote em temerosas mãos ou por uma mordaça;
Não quero ser imobilizada apenas por cordas, algemas, jaulas e ameaças;
Não quero sentir prazer apenas por um prazer de gozo ou de um resultado fisiológico natural;
Não quero chorar só por dor, por medo ou por raiva;
Não quero uma coleira que mostre como significados, posse e prisão;


 Tenho alguém mais forte que isso... Um poder engrandecido pela sutileza...


Que me domina com voz suave e na maioria das vezes me domina apenas pelo olhar...
Sou imobilizada por prazer de ficar assim, pelo prazer do meu DONO...
Sinto um prazer maior que o físico, maior que o meu prazer... sinto o prazer do meu DONO... sinto sua alma.. sinto o prazer do meu DONO ao me dominar. Isso me leva a um infinito gozo.
Choro de felicidade ao suportar algo difícil, ter deixado meu DONO feliz... e ter ficado feliz com isso...
Tenho uma  coleira pra levar com orgulho, mostrando minha liberdade e entrega.


Meu DONO faz com que fique mais sensível o que há em mim, com paciência, educação, carinho, amor. Sem impor. E a cada resultado ele toma pra si uma parte de mim, até uma perfeita entrega.


Até eu estar lapidada para ele e ser realmente uma jóia.. uma raridade.. uma escrava submissa.


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terça-feira, 8 de junho de 2010

Bom gosto





Aqui está uma mega dica, para meninas de bom gosto!!
Que concordam que o grotesco está longe de ser sexy!!  Nada melhor que delicadeza e acabamento perfeito!!
Amei!



Divirtam-se... heheh

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Reflexão

Um certo dia, no inicio da minha educação meu DONO me ligou e ordenou que eu ficasse ajoelhada de uma forma que não fosse desconfortável, em frente a um espelho e refletisse se era aquela escrava que ele gostaria de ver. Como ele me veria?

Fiquei como imagino que gostaria.
Dobrei uma Toalha no chão para não machucar os joelhos, em frente a um espelho, queria saber como ele estava me vendo. 
Coloquei uma música que gosto muito (Moonlight Sonata - Beethoven) bem baixinho, me ajoelhei, me olhei no espelho e vi que o meu DONO, a quem tenho muita sorte de pertencer, gostaria de me ver ali, tão submissa, tão obediente, tão grata por ter um DONO, por ter-lhe como DONO. Fechei os olhos.
Me imaginei diante dele estaria beijando lhe os  pés entre um olhar e outro, um carinho e outro, uma chicotada e outra.... disponível sempre. 
Muito Obrigada por ocupar seu tempo a me instruir para serví-lo adequadamente, para tirar minhas dúvidas, para disciplinar-me, para proteger-me. Serei-lhe grata e retribuirei todos os dias com toda minha dedicação.

Muito Obrigado por ser meu DONO. 
Amo pertencer-lhe.

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Signo de Câncer

São pessoas que precisam: Lugares pacíficos, pessoas em quem confiar, manifestações de carinho e amor, ficar ansiosas de vez em quando, ter um canal adequado por onde manifestar a imaginação, ficar sozinhas algumas vezes, voltar a casa depois de uma longa viagem pelo mundo afora. 

Na melhor das hipóteses são: Responsáveis, de grande capacidade de trabalho, tenazes, inspiradas, carismáticas, hospitaleiras, intuitivas, protetoras, sonhadoras, receptivas, apreciadoras da beleza, sensíveis e de bom senso. 

Na pior das hipóteses são: Inseguras, defensivas, irrascíveis, severas, preconceituosas, temperamentais, conservadoras, inflexíveis, supersticiosas, caprichosas, vulneráveis e depressivas. 

Quando pensam são: Vivamente criativas e impressionam o mundo em que vivem com a expressão de seus pensamentos. São gentis e se importam com as outras pessoas. Aprendem a ocultar mentalmente suas verdadeiras emoções. Muito sujeitas a mudanças de estados de ânimo. 

Quando agem são: Graciosas e rápidas, mas também podem ser evasivas ou extremamente severas, desaprovando tudo o que fazem. Procuram pisar em terreno seguro, mas se dão a liberdade de fazer umas loucuras de vez em quando. 

No trabalho são: Elaboram planos e estratégias, e sabem como fazer para influenciar muita gente. São muito sensíveis aos gostos populares, a sabem administrar o dinheiro. São capazes de qualquer coisa para conseguir o que desejam, mas mantêm a dignidade. 

Gostam: De cuidar de alguém, manter provisões para que não falte nada, colecionar objetos que somente elas dão valor, antigüidades, apegar-se a valores tradicionais, lugares seguros onde possam ocultar-se quando o desejem. 

Detestam: Comportamentos vulgares, ser ridicularizadas, expor-se imediatamente em situações novas ou de duvidosa reputação, ser redundantes ou perceber que não estão produzindo nada. Desperdiçar comida. 

Socialmente são: Companhias divertidas e acolhedoras, protegem as pessoas que gostam, e criticam as que não preferem. Sentem-se compelidas a ajudar as pessoas que estejam em condição inferior à delas. Uma vez amigas, o são para sempre. 

No amor são: Muito afetivas, românticas e profundamente apegadas a quem elas amem. Sabem distinguir entre amor e romance, procurando segurança no primeiro e paixão no segundo. Por isso, são fiéis, mas sob determinadas condições vivem algumas aventuras. 

Signos com que que teoricamente combinam: Peixes, Escorpião e Capricórnio. 

Signos com que teoricamente não combinam: Áries, Aquário e Sagitário. 

A adolescência: Evitam as discussões e preferem fechar-se no mundo deles, mas fazem amizades profundas com pessoas de quem se tornam confidentes e aliados poderosos. Deixam os compromissos de lado, porque nunca têm tempo para eles, já que os sonhos são muito mais importantes. São influenciados pelo meio ambiente, e tentam parecer-se com aquilo que os rodeia. Não é raro encontrá-los perto de alguém extravagante e tresloucado. 

As mulheres: Dão prioridade a tudo o que as conforte e deixe seguras. Algumas são excessivamente tímidas, mas observam o mundo com vontade de lançar-se a alguma aventura louca. Tendem a ser um pouco ingênuas, mas quando se dedicam a amar o fazem irracionalmente, sendo possessivas, quase loucas, dispostas a atirar-se a qualquer situação para mostrar a paixão que sentem. Protegem a pessoa que amam e se dedicam a ela, procurando segurança e alívio em seus braços. De vez em quando, precisam sentir um pouco de gosto do perigo por meio de alguma aventura amorosa que as faça sentir-se desejadas. 

A sexualidade feminina: Completa e radicalmente femininas, elas têm necessidade de serem gostadas, e que lhes demonstrem o mesmo constantemente. São férteis e pretendem ter filhos, para assim construir um ninho. São muito seletivas quando escolhem parceiros, ponderando sobre os riscos e os prazeres que uma pessoa pode oferecer-lhes. Parecem ausentes, mas se tornam muito ativas tentando suprir as deficiências que por ventura tenham seus parceiros. São compreensivas e se inclinam a fazer de tudo para que as coisas dêem certo. 


Disponível em http://astral.netsaber.com.br/index.php?c=220 acessado em 28/05/2010

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Uma surpresa...

Após um demorado banho lá estava eu só e confortavelmente na companhia do que eu mais prezava que era a corda que ele usava para o seu prazer, para o meu prazer.  Acariciando o que mais tarde acariciaria minha pele pelas habilidosas mãos do meu DONO. Estava com uma calcinha delicada , como as que aprendi a gostar e nada mais.
Pensando numa forma de agradar meu DONO, na verdade estava inconscientemente pensando em como chamar sua atenção para que ele viesse a mim e me satisfizesse os mais impuros desejos. Sem saber que isto estava fungindo da minha entrega verdadeira, o que eu mais queria.
Como numa conexão ele me ligou e disse a mim que o esperasse de uma forma que o agradasse.
Peguei a corda com todo carinho do mundo, como eu a amava, como eu a desejava, como eu a temia. Pelas mãos de DONO ela se transformava em meu guia, minha redenção, meu prazer infinito. Fora dele era uma lembrança dos próprios feitos dos quais eu tinha as doloridas marcas.  Me ajoelhei na frente da cama voltada para o espelho e comecei a atar minhas próprias mãos para trás. Nunca o fizera antes e não conhecia as técnicas do bondage  mas,  fiz o nó mais firme com o qual se é possível prender alguém. Se ele não viesse nas próximas horas com certeza eu continuaria presa ate que alguém ou ele me encontrasse, porque jamais conseguiria desfazer aquele nó.
A imagem que o espelho mostrava era o de uma menina pura, a mercê das vontades do seu DONO e disponível para todas elas, sem reservas e com prazer. Sem interpretação aquela imagem seria uma grande obra de arte. Mas que obra de arte é arte sem percepção?
Na verdade o que eu sentia era uma pontinha de egoísmo e decepção por estar atendendo ao meu próprio desejo, antes do que era responsável por ele, o prazer do meu DONO. Um detalhe tão pequeno tirava a verdade e intensidade da minha entrega. Isso me incomodava. Realmente tinha muito o que aprender. Aprender a estar apenas disponível. Nada mais. Estar disponível era o que dava prazer ao meu DONO, que por conseqüência era o meu maior prazer.
Ouvi a porta se abrir e o vi refletido no vidro da janela enquanto ele entrava. Subiu as escadas calmamente como sempre fazia e me deu um sorriso ao me ver de joelhos. 
Se aproximou de mim e me disse que tirasse seus sapatos, porque não tinha percebido que eu estava presa. Sem falar nada eu me virei de costas para ele para deixar explícito o porque de eu não tirar os seus sapatos e recebi de presente um delicioso carinho no rosto, um tapa que ele me dava para dizer que estava feliz comigo. Isso me deixava feliz.
Tirou os sapatos, a roupa e o cinto . Dobrou o cinto e o manteve na Mao direita enquanto acariciava meus seios com a outra mão.  De olhos fechados só senti o golpe do cinto abaixo das minhas mãos atadas. A cada golpe eu sentia o prazer do meu dono e o amava por isso. Como ele era bom comigo me batendo com aquele prazer e eu tão egoísta a ponto de pensar em um prazer independente. Sendo que o prazer genuíno era resultado do prazer que ele tinha comigo.
Me empurrou na cama e  me possui da forma que mais nos agradava. Me sentia dele assim. Necessitava ser possuída desta forma.  Me sentia viva e amada de verdade. Era verdadeira a posse do lugar proibido. Era nossa verdade, nosso amor. Apenas ele conseguia fazê-lo por tanto tempo e de uma forma tão prazerosa e indispensável a ponto de me fazer implorar que não saísse. 
Me sentia completa quando ele estava atrás de mim, me olhando enquanto me possuía. Me dizendo que eu era sua menina, sua lolita, sua puta, sua mulher. Era o prazer aos meus olhos, aos meus ouvidos e sendo possuída sentia-me sua por completo. Eu era responsável pelo prazer do meu dono . Cuidava disto como da minha própria vida.
Senti-me encher com o que era meu premio por ter sido uma boa escrava aos seus olhos, ao seu prazer ao mesmo tempo em que entrava em êxtase.
Acordei sentindo as marcas doerem.  DONO estava sentando ao meu lado acariciando-as e curvou-se para beijá-las. Agradeci a vida por poder ter um dono que cuidasse tão bem de mim.
Mesmo num ato de carinho ele nunca deixava enfraquecer seu posto de dominação. Ele não tinha se tornado um DONO. Sempre fora um. Meu DONO. E eu sempre sua escrava. Uma existência sem repetição.

Amo-te meu DONO. Serei o que quiseres que eu seja. Eu mesma. Sua.

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quarta-feira, 26 de maio de 2010


“Esta deliciosa prisão à liberdade faz-me querer servir para sempre, com a alma pronta, pura, livre e docemente controlada pela liberdade que sinto na submissão.
Como almejar algo maior do que pertencer à soberana liberdade que proporciona o meu prazer?
Amo pertencer-lhe.”
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Reja - me


Sinto saudades do dia em que fui minha. Um dia que não pertenceu a mim.
O dia que fui minha foi por pertencer-lhe. O dia no qual existi por ter um maestro, que me viu e me guiou.
Minha alma era escrava e era minha. Quando não era escrava era um pluma, com característica maiores que a leveza, um peso.
Ontem fui realmente pluma. Livre. Minha. Sua.
Fui dona de mim, quando me entreguei a você.
Agora não me pertenço mais, nem a você. Porque perdi minha alma.
Rezo pelo vento que me deu vida na naquele dia. Para que volte a dominar meu rumo, me leve, com alma. Dominando minha beleza. Realçando minha delicadeza. Escravizando-me na liberdade de voar. De ser uma pluma com vida.
Até cair no chão, como um peso e não existir mais.
Uma pluma, apenas mais uma... Sem vida.




Lead-me


I miss the days when I was my own. A day that did not belong to me.
The day was mine, was to belong to his. The day on which existed by having a conductor, he saw me and guided me.
My soul was slave and it was mine. When isn’t a slave was a plume, with characteristic greater than lightness, a weight.
Yesterday I was really plume. Free. My. His.
I was proud of me when I gave it to you.
Now do not belong to me nor to you. Because I lost my soul.
I pray for the wind that give-me life in that day. To come back to dominate my way, take away my soul. Dominating my beauty. Highlighting my delicacy. Enslaving me the freedom to fly. To be a plume in life.
Before falling to the ground as a burden and no longer exist.
The plume, just one more…With No life.


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