sexta-feira, 28 de maio de 2010

Reflexão

Um certo dia, no inicio da minha educação meu DONO me ligou e ordenou que eu ficasse ajoelhada de uma forma que não fosse desconfortável, em frente a um espelho e refletisse se era aquela escrava que ele gostaria de ver. Como ele me veria?

Fiquei como imagino que gostaria.
Dobrei uma Toalha no chão para não machucar os joelhos, em frente a um espelho, queria saber como ele estava me vendo. 
Coloquei uma música que gosto muito (Moonlight Sonata - Beethoven) bem baixinho, me ajoelhei, me olhei no espelho e vi que o meu DONO, a quem tenho muita sorte de pertencer, gostaria de me ver ali, tão submissa, tão obediente, tão grata por ter um DONO, por ter-lhe como DONO. Fechei os olhos.
Me imaginei diante dele estaria beijando lhe os  pés entre um olhar e outro, um carinho e outro, uma chicotada e outra.... disponível sempre. 
Muito Obrigada por ocupar seu tempo a me instruir para serví-lo adequadamente, para tirar minhas dúvidas, para disciplinar-me, para proteger-me. Serei-lhe grata e retribuirei todos os dias com toda minha dedicação.

Muito Obrigado por ser meu DONO. 
Amo pertencer-lhe.

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Signo de Câncer

São pessoas que precisam: Lugares pacíficos, pessoas em quem confiar, manifestações de carinho e amor, ficar ansiosas de vez em quando, ter um canal adequado por onde manifestar a imaginação, ficar sozinhas algumas vezes, voltar a casa depois de uma longa viagem pelo mundo afora. 

Na melhor das hipóteses são: Responsáveis, de grande capacidade de trabalho, tenazes, inspiradas, carismáticas, hospitaleiras, intuitivas, protetoras, sonhadoras, receptivas, apreciadoras da beleza, sensíveis e de bom senso. 

Na pior das hipóteses são: Inseguras, defensivas, irrascíveis, severas, preconceituosas, temperamentais, conservadoras, inflexíveis, supersticiosas, caprichosas, vulneráveis e depressivas. 

Quando pensam são: Vivamente criativas e impressionam o mundo em que vivem com a expressão de seus pensamentos. São gentis e se importam com as outras pessoas. Aprendem a ocultar mentalmente suas verdadeiras emoções. Muito sujeitas a mudanças de estados de ânimo. 

Quando agem são: Graciosas e rápidas, mas também podem ser evasivas ou extremamente severas, desaprovando tudo o que fazem. Procuram pisar em terreno seguro, mas se dão a liberdade de fazer umas loucuras de vez em quando. 

No trabalho são: Elaboram planos e estratégias, e sabem como fazer para influenciar muita gente. São muito sensíveis aos gostos populares, a sabem administrar o dinheiro. São capazes de qualquer coisa para conseguir o que desejam, mas mantêm a dignidade. 

Gostam: De cuidar de alguém, manter provisões para que não falte nada, colecionar objetos que somente elas dão valor, antigüidades, apegar-se a valores tradicionais, lugares seguros onde possam ocultar-se quando o desejem. 

Detestam: Comportamentos vulgares, ser ridicularizadas, expor-se imediatamente em situações novas ou de duvidosa reputação, ser redundantes ou perceber que não estão produzindo nada. Desperdiçar comida. 

Socialmente são: Companhias divertidas e acolhedoras, protegem as pessoas que gostam, e criticam as que não preferem. Sentem-se compelidas a ajudar as pessoas que estejam em condição inferior à delas. Uma vez amigas, o são para sempre. 

No amor são: Muito afetivas, românticas e profundamente apegadas a quem elas amem. Sabem distinguir entre amor e romance, procurando segurança no primeiro e paixão no segundo. Por isso, são fiéis, mas sob determinadas condições vivem algumas aventuras. 

Signos com que que teoricamente combinam: Peixes, Escorpião e Capricórnio. 

Signos com que teoricamente não combinam: Áries, Aquário e Sagitário. 

A adolescência: Evitam as discussões e preferem fechar-se no mundo deles, mas fazem amizades profundas com pessoas de quem se tornam confidentes e aliados poderosos. Deixam os compromissos de lado, porque nunca têm tempo para eles, já que os sonhos são muito mais importantes. São influenciados pelo meio ambiente, e tentam parecer-se com aquilo que os rodeia. Não é raro encontrá-los perto de alguém extravagante e tresloucado. 

As mulheres: Dão prioridade a tudo o que as conforte e deixe seguras. Algumas são excessivamente tímidas, mas observam o mundo com vontade de lançar-se a alguma aventura louca. Tendem a ser um pouco ingênuas, mas quando se dedicam a amar o fazem irracionalmente, sendo possessivas, quase loucas, dispostas a atirar-se a qualquer situação para mostrar a paixão que sentem. Protegem a pessoa que amam e se dedicam a ela, procurando segurança e alívio em seus braços. De vez em quando, precisam sentir um pouco de gosto do perigo por meio de alguma aventura amorosa que as faça sentir-se desejadas. 

A sexualidade feminina: Completa e radicalmente femininas, elas têm necessidade de serem gostadas, e que lhes demonstrem o mesmo constantemente. São férteis e pretendem ter filhos, para assim construir um ninho. São muito seletivas quando escolhem parceiros, ponderando sobre os riscos e os prazeres que uma pessoa pode oferecer-lhes. Parecem ausentes, mas se tornam muito ativas tentando suprir as deficiências que por ventura tenham seus parceiros. São compreensivas e se inclinam a fazer de tudo para que as coisas dêem certo. 


Disponível em http://astral.netsaber.com.br/index.php?c=220 acessado em 28/05/2010

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Uma surpresa...

Após um demorado banho lá estava eu só e confortavelmente na companhia do que eu mais prezava que era a corda que ele usava para o seu prazer, para o meu prazer.  Acariciando o que mais tarde acariciaria minha pele pelas habilidosas mãos do meu DONO. Estava com uma calcinha delicada , como as que aprendi a gostar e nada mais.
Pensando numa forma de agradar meu DONO, na verdade estava inconscientemente pensando em como chamar sua atenção para que ele viesse a mim e me satisfizesse os mais impuros desejos. Sem saber que isto estava fungindo da minha entrega verdadeira, o que eu mais queria.
Como numa conexão ele me ligou e disse a mim que o esperasse de uma forma que o agradasse.
Peguei a corda com todo carinho do mundo, como eu a amava, como eu a desejava, como eu a temia. Pelas mãos de DONO ela se transformava em meu guia, minha redenção, meu prazer infinito. Fora dele era uma lembrança dos próprios feitos dos quais eu tinha as doloridas marcas.  Me ajoelhei na frente da cama voltada para o espelho e comecei a atar minhas próprias mãos para trás. Nunca o fizera antes e não conhecia as técnicas do bondage  mas,  fiz o nó mais firme com o qual se é possível prender alguém. Se ele não viesse nas próximas horas com certeza eu continuaria presa ate que alguém ou ele me encontrasse, porque jamais conseguiria desfazer aquele nó.
A imagem que o espelho mostrava era o de uma menina pura, a mercê das vontades do seu DONO e disponível para todas elas, sem reservas e com prazer. Sem interpretação aquela imagem seria uma grande obra de arte. Mas que obra de arte é arte sem percepção?
Na verdade o que eu sentia era uma pontinha de egoísmo e decepção por estar atendendo ao meu próprio desejo, antes do que era responsável por ele, o prazer do meu DONO. Um detalhe tão pequeno tirava a verdade e intensidade da minha entrega. Isso me incomodava. Realmente tinha muito o que aprender. Aprender a estar apenas disponível. Nada mais. Estar disponível era o que dava prazer ao meu DONO, que por conseqüência era o meu maior prazer.
Ouvi a porta se abrir e o vi refletido no vidro da janela enquanto ele entrava. Subiu as escadas calmamente como sempre fazia e me deu um sorriso ao me ver de joelhos. 
Se aproximou de mim e me disse que tirasse seus sapatos, porque não tinha percebido que eu estava presa. Sem falar nada eu me virei de costas para ele para deixar explícito o porque de eu não tirar os seus sapatos e recebi de presente um delicioso carinho no rosto, um tapa que ele me dava para dizer que estava feliz comigo. Isso me deixava feliz.
Tirou os sapatos, a roupa e o cinto . Dobrou o cinto e o manteve na Mao direita enquanto acariciava meus seios com a outra mão.  De olhos fechados só senti o golpe do cinto abaixo das minhas mãos atadas. A cada golpe eu sentia o prazer do meu dono e o amava por isso. Como ele era bom comigo me batendo com aquele prazer e eu tão egoísta a ponto de pensar em um prazer independente. Sendo que o prazer genuíno era resultado do prazer que ele tinha comigo.
Me empurrou na cama e  me possui da forma que mais nos agradava. Me sentia dele assim. Necessitava ser possuída desta forma.  Me sentia viva e amada de verdade. Era verdadeira a posse do lugar proibido. Era nossa verdade, nosso amor. Apenas ele conseguia fazê-lo por tanto tempo e de uma forma tão prazerosa e indispensável a ponto de me fazer implorar que não saísse. 
Me sentia completa quando ele estava atrás de mim, me olhando enquanto me possuía. Me dizendo que eu era sua menina, sua lolita, sua puta, sua mulher. Era o prazer aos meus olhos, aos meus ouvidos e sendo possuída sentia-me sua por completo. Eu era responsável pelo prazer do meu dono . Cuidava disto como da minha própria vida.
Senti-me encher com o que era meu premio por ter sido uma boa escrava aos seus olhos, ao seu prazer ao mesmo tempo em que entrava em êxtase.
Acordei sentindo as marcas doerem.  DONO estava sentando ao meu lado acariciando-as e curvou-se para beijá-las. Agradeci a vida por poder ter um dono que cuidasse tão bem de mim.
Mesmo num ato de carinho ele nunca deixava enfraquecer seu posto de dominação. Ele não tinha se tornado um DONO. Sempre fora um. Meu DONO. E eu sempre sua escrava. Uma existência sem repetição.

Amo-te meu DONO. Serei o que quiseres que eu seja. Eu mesma. Sua.

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quarta-feira, 26 de maio de 2010


“Esta deliciosa prisão à liberdade faz-me querer servir para sempre, com a alma pronta, pura, livre e docemente controlada pela liberdade que sinto na submissão.
Como almejar algo maior do que pertencer à soberana liberdade que proporciona o meu prazer?
Amo pertencer-lhe.”
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Reja - me


Sinto saudades do dia em que fui minha. Um dia que não pertenceu a mim.
O dia que fui minha foi por pertencer-lhe. O dia no qual existi por ter um maestro, que me viu e me guiou.
Minha alma era escrava e era minha. Quando não era escrava era um pluma, com característica maiores que a leveza, um peso.
Ontem fui realmente pluma. Livre. Minha. Sua.
Fui dona de mim, quando me entreguei a você.
Agora não me pertenço mais, nem a você. Porque perdi minha alma.
Rezo pelo vento que me deu vida na naquele dia. Para que volte a dominar meu rumo, me leve, com alma. Dominando minha beleza. Realçando minha delicadeza. Escravizando-me na liberdade de voar. De ser uma pluma com vida.
Até cair no chão, como um peso e não existir mais.
Uma pluma, apenas mais uma... Sem vida.




Lead-me


I miss the days when I was my own. A day that did not belong to me.
The day was mine, was to belong to his. The day on which existed by having a conductor, he saw me and guided me.
My soul was slave and it was mine. When isn’t a slave was a plume, with characteristic greater than lightness, a weight.
Yesterday I was really plume. Free. My. His.
I was proud of me when I gave it to you.
Now do not belong to me nor to you. Because I lost my soul.
I pray for the wind that give-me life in that day. To come back to dominate my way, take away my soul. Dominating my beauty. Highlighting my delicacy. Enslaving me the freedom to fly. To be a plume in life.
Before falling to the ground as a burden and no longer exist.
The plume, just one more…With No life.


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Livre submissão


A submissão traz o que há de característico em mim, mulher.  Delicadeza, sutileza, menina e mulher ao mesmo tempo, o dom divino de ser feminina.

Um Dono, sabe trazer uma verdadeira mulher à tona. Enaltecendo seu gênero. Moldando-a como uma obra de arte.

Um verdadeiro Dono não impõe submissão à sua escrava, ele espera sua entrega livre, por vontade, por querer, por prazer, por um orgulho puro de serví-lo. Age com sutileza, educando-a a estar sempre pronta, bela, livre, submissa.

A entrega é o resultado de um perfeito Dono. Entrega imposta não é entrega. Servir por obrigação é repugnante e rebaixa toda a beleza da dominação. É uma fraqueza.

Ser Dono é ser um deus e ser escrava é ser sua mais bela criação.


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terça-feira, 25 de maio de 2010

Carinho

Agradeço essa dor que me alimenta a alma pelo prazer do meu Senhor.


Não é uma dor de maldade, de falta, de um simples machucado. É a dor mais pura e plena que já senti.

Sinto-me possuída a cada golpe, me faz sentir falta dos que não existem ou não chegam.

Ele levanta o cinto como um deus mostra o poder que tem. Mas não sinto medo. Sinto agradecimento por ter um Senhor que me cuida assim, alimentando o seu prazer com o meu. Com a minha dor.

Estou ali, ajoelhada, como devo estar diante de tanta força.

Beijo seus pés entre uma surra e outra, agradecendo por ser meu Dono. Por querer a mim como sua. Por me alimentar com o seu prazer na minha dor, por me dar a liberdade da dor.

O que mais eu poderia querer?

Ser escrava dona dos meus prazeres? Não ter quem alimentar com minha dor? Não ter a quem servir?

Que honra há nisso?

Quero mais... Quero servir, respeitar, reverenciar, viver para ele, dar prazer, amor, carinho, confiar, ser eu mesma. Quero ser amada, cuidada, alimentada. Com amor, cinto, prazer, carinho, dor.

Quero ser livre... sendo submissa e escrava de um prazer, um prazer livre. Do meu Dono. Meu.

Amo o cinto, o chicote, as fortes mãos que ultrapassam os limites do que entendo por prazer e dor. É o carinho verdadeiro de um dono. Amo amar meu Dono. Sendo dele eu VIVO.


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segunda-feira, 24 de maio de 2010

Primeiro verdadeiro prazer


Eu tinha pouco mais de 16 anos. Ele me hipnotizou naquela noite. Aqueles olhos... Sequer me disse o nome. Apenas me levou até o carro com o olhar.

Pele morena clara que chamava para o toque, um olhar pervertido e um sorriso libertino, esse era o conjunto daquele homem tão desconhecido e enigmático.

Eu era uma menina. Inocente ainda. Mas com necessidades de mulher, de um prazer que ainda não havia experimentado com totalidade. As contadas experiências que tive foram prazerosas, porém, sem uma totalidade que eu sabia que existia, mas que com minha cabecinha de menina nem imaginava de que intensidade se tratava.

Quando vi estava num quarto, com um homem que eu nem conhecia, sequer sabia o nome.

Só me lembro de entrar no carro, olhar para ele e perguntar:

- Você vai me bater? - falei com necessidade daquilo.

- Você gosta de apanhar? - ele ficou surpreso. Imagino que não só pelo fato de eu pedir para apanhar, mas por ser uma menina pedindo para apanhar.

- Eu adoro apanhar.

- Podemos fazer um trato. Eu te bato, se você me deixar fazer o que há de mais proibido com você. Possuí-la da forma mais incomum. Que acha?

- Gostei. Quero as duas coisas ao mesmo tempo. – respondi com a certeza de que o mais sórdido seria bem vindo na minha inexperiência.

- Combinado.

Em seguida estava ali totalmente a mercê do medo e da vontade. Ele era contrastante, parecia tão acolhedor e temível ao mesmo tempo.

- Como se chama menininha?

- Coré, e você?

- Chame-me apenas de Senhor.

- Sim Senhor – respondi num impulso.

Fiquei curiosa quanto ao nome, mas deixei passar. Senhor... combinava tão bem com a forma que ele me olhava. Era possuidor de uma transparente altivez e de tudo à sua volta. Ao mesmo tempo tinha uma calma e delicadeza que me atraíam como num aconchego. Possuía-me naquele momento. De onde era? O que fazia? Porque me levou para lá? Porque eu?

Senti o hálito quente no rosto seguido de um beijo que me fez perder o chão. Ele me beijava como se quisesse tirar algo de mim, intercalando o selvagem com o delicado, pegando os meus cabelos com firmeza para moldar meus movimentos ao seu beijo. Me fazia arrepiar com todos aqueles movimentos de um maestro. Não era o ato, mas a forma que ele me manipulava num simples beijo. Me deixava sem ar e com as pernas trêmulas.

Fui interrompida nos devaneios das minhas sensações quando senti um golpe no rosto. Sem tempo para entender fui empurrada para a cama com força e despida com rapidez. Mas, o que fazer, já estava ali, queria fugir e queria ficar. Ele me fez ter certeza de querer ficar quando se despiu e começou a acariciar meu corpo com delicadeza, invadindo o que eu tinha de mais íntimo com posse. E deferindo os golpes que eu nem imaginava serem tão intensos, e eram. Doíam, me davam prazer, me faziam ver um infinito de prazer sincronizado com movimentos do Senhor do prazer que ele se mostrava ser. Ali estava o que eu procurava! O Divino e o profano num só ato, numa só sensação! Me fazendo explodir num êxtase tão inocente, puro, completo. Uma perfeição, parecia um sonho. Teria sido?...

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Minha submissão


“Esta deliciosa prisão à liberdade faz-me querer servir para sempre, com a alma pronta, pura, livre e docemente controlada pela liberdade que sinto na submissão.
Como almejar algo maior do que pertencer à soberana liberdade que proporciona o meu prazer?
Amo pertencer-lhe.”

"This delicious prison to freedom makes me want to serve forever, ready with the soul, pure, free and sweetly controlled by the freedom I feel in the submission.
How crave something more than belong to the sovereign freedom that provides my pleasure?
I love belongs to you."


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