quarta-feira, 23 de março de 2011

Amar é sentir

Meu amor é devoção, submissão, dedicação, paixão, vontade, liberdade, prisão, prazer.... 
O amor é o tudo no nada. 
Amar é estar disponível para viver e morrer. É querer pertencer e querer possuir. 
O amor é a felicidade no sofrimento. É a escravidão da qual se sente saudade mesmo tendo certeza de que nunca se libertará. 
Amar é entregar-se de corpo e alma a quem se ama e sujeitar-se a todos os seus prazeres e desejos, sem limitações, questionamentos ou objeções. É ter prazer no prazer do outro.
Amar é desejar queimar-se no fogo para o qual se está sendo apresentado.
Amor é equilíbrio.
Amar é sentir. Amar é servir.

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Dor


A dor é o meu remédio, minha calma, meu equilíbrio e o meu prazer, pelo prazer do meu Amo. É o romantismo que é demonstrado, correspondendo à minha entrega por completo. É a disciplina que me faz ter equilíbrio em todos os âmbitos da vida. É a educação que faz de mim uma mulher de valor. 

A dor é o presente que recebo do meu amo quando sou uma boa menina. É a oportunidade pela qual eu imploro. É o favor que eu agradeço. A dor que eu sinto é o amor que é marcado em mim, pelo meu Dono.


**************

Amor é fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer;

É um não querer mais que bem querer;
É solitário andar por entre a gente;
É nunca contentar-se de contente;
É cuidar que se ganha em se perder;

É querer estar preso por vontade;
É servir a quem vence, o vencedor;
É ter com quem nos mata lealdade.

Mas como causar pode seu favor
Nos corações humanos amizade,
se tão contrário a si é o mesmo Amor?


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terça-feira, 1 de março de 2011

Só perdendo o domínio do coração se é possível amar de verdade. Amar é submeter-se a liberdade, por prazer e por vontade. É imaginar o para sempre sem lembrar constantemente que o amanhã existe. É confiar sua alma ao outro.  Amar é hoje.
O amor verdadeiro parte de nós. O outro é o espelho que nos mostrará a verdade e intensidade do nosso sentimento.


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segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Entrega

Entrega é o ato de escolher se doar ao outro. Por confiança, vontade, necessidade e prazer.
É trilhar caminhos desenhados pelo outro.
É abrir mão dos seus prazeres, entregá-los a um dono e fazer dos prazeres dele o seu.
É experimentar novas vontades. As vontades do seu dono.
É estar pronta para ser uma doce vítima dos próprios prazeres.
É não se entregar às rédeas das próprias vontades.
É estar preparada para esperar ou para ser surpreendida.
A entrega vem da alma.
É o amor BDSM.

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quinta-feira, 23 de setembro de 2010

...

Amor é fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer.

É um não querer mais que bem querer;
É um andar solitário entre a gente;
É nunca contentar-se de contente;
É um cuidar que se ganha em se perder.

É querer estar preso por vontade
É servir a quem vence o vencedor,
É ter com quem nos mata lealdade.

Mas como causar pode seu favor
Nos corações humanos amizade;
Se tão contrário a si é o mesmo amor?



quinta-feira, 16 de setembro de 2010

A Submissa perfeita

Tem que ser jovem sem ser imatura,
Ser bonita sem ser fútil,
Ser inteligente sem ser arrogante,
Ser educada sem ser fresca,
Ser carinhosa sem ser melosa,
Sensível sem ser chorona, discreta sem parecer desinteressada, servir sem sufocar, amar sem anular…
Tem que ser sacana, bissexual e inocente..
Tem que ser independente e moderna sem ser auto-suficiente!
Tem que ser estudada, trabalhar, saber falar, se portar e saber agradar…
Tem que estar disposta, disponível, sorridente e feliz!
Tem que ser boa de cama, mesa e banho (li-te-ral-men-te)
Tem que estar aberta ao sexo tântrico, kamasutra e, claro BDSM
Tem que ter flexibilidade para as cordas e resistência para o chicote.
Tem que ser depilada, malhada e molhada
Tem que saber fazer massagem e chupar bem…(e dar o cuzinho também)
Tem que suportar a saudade sem arrependimentos, suportar a solidão sem se desesperar, suportar a ansiedade sem ser inconveniente
Tem que aceitar e acolher com gosto uma irmã de coleira, mesmo quando ela é uma cobra peçonhenta
Tem que ter força e coragem para fazer, desfazer, refazer, insistir, persistir, exigir… Sonhar, acreditar, realizar…
exibir um sorriso com dentes branquinhos e perfeitos.
Queres ser submissa?
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Por Dom Collector of Souls

1. Será que só as jovens é que não devem ser imaturas; onde fica a experiência de vida o conhecimento de si?

2. O que vale ou pesa mais a beleza sem futilidade, é a beleza que a torna submissa; a falta de beleza significa não ser submissa?

3. Onde há inteligência sempre terá arrogância, não seria melhor usar da inteligência para conter a arrogância?

4. Existe uma grande diferença entre educação e ser mimada fresca.

5. Só sendo uma mulher madura e submissa

6. A sensibilidade nada tem a ver com ser emotiva, ter discrição jamais pode ser comparado à falta de interesse; para a quem serve sufoca ou dá prazer?
Submeter-se é anular-se para amar e ser amada.

7. Como, ser sacana e inocente ao mesmo tempo, quem tenta não seria fútil ou fresca, o que a sexualidade tem a ver com a submissão, ela pode ser estimulada descoberta!!!

8. Independente sempre será auto-suficiente, moderna? Melhor ter a mente aberta e receptiva, para melhor servir, que seja independente financeiramente, não na afetividade

9. de, que adianta ter estudo e não ter cultura inteligência e educação, tendo isso saberá se portar conforme lhe é pedido, e quanto a falar só fala se lhe for permitido.


10. como é estar disposta, totalmente disponível sem estar feliz?

11. ser boa de cama mesa e banho? Ou será melhor Ser boa em aprender a agradar pra melhor servir?

12. tem é que estar aberta a novas descobertas a se descobrir e ir além de seus limites

13. a flexibilidade e resistência é que vão determinar se é uma submissa, ou pode aprender e assim melhor servir?

14. depilada da forma que lhe foi determinado não por conta própria, nem sempre ser malhada é a melhor opção e molhada só se seu Dono a deixar ou quiser assim.

15. saber fazer massagem conforme o Dono desejar, sexo oral e anal somente se o Dono permitir e da forma que ele ensinar, não só dizer que faz e não agradar.

16. arrependimento só se de uma saudade sem sentimentos, sem dedicação, suportar a solidão a fim de aprender a valorizar quem lhe Domina, se a ansiedade lhe leva a ser inconveniente, esteja disposta a superar este limite aprendendo a controlar a ansiedade e assim deixando de ser inconveniente.

17. aceitar acolher a irmã de coleira não significa ser falsa, a competição é que as tornam cobras peçonhentas uma para outra.

18. tem mesmo que ter força para se superar, superar seus limites, aceitar ser adestrada aprender a fazer direito, jamais exigir, mas sim humildemente pedir, acreditar sonhar e fazer por onde ser a cada dia uma mulher e submissa melhor.

19. isso não é mais do que demonstrar sua dedicação para consigo mesma, se não consegue se dedicar a si mesma, como espera ser dedicada a seu Dono?

20. QUAL DAS SUBMISSAS VOCÊ QUER SER? NEM SEMPRE O CAMINHO MAIS FÁCIL É O MELHOR A SE SEGUIR

21. QUAL SUBMISSA VOCÊ QUER TER?

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Então você quer ser uma escrava? A realidade por Miria Hunter

Este resumo não está disponível. Clique aqui para ver a postagem.

Doce Sofrimento: o masoquismo feminino – (um livro ruim)

Geralmente eu recomendo aqui no blog, na sessão “Livros” autores que falam diretamente de BDSM ou ainda autores que tratam das questões teóricas que envolvem o sadomasoquismo. Obviamente gosto da mesma forma de ler romances que abordem o tema, mas hoje eu não vim indicar leitura não rsss… hoje eu vim pedir pra não ler.
Eu particularmente gosto muito de ler sobre o sadomasoquismo analisando as diversas visões terapêuticas do assunto. Não é todo mundo que sabe mas aqui no wordpress tem uma seção que mostra para o dono do blog quais foram os termos de motor de busca, as palavras ou expressões mais usadas pra se chegar no blog usando o google, por exemplo ou quaisquer outros buscadores.
Tem coisas do arco da velha, coisas engraçadíssimas que eu paro e penso - como esse ser humano caiu aqui digitando isso coitado? - rio imaginando a cara da pessoa ao cair de paraquedas num blog sadomasoquista enquanto procurava um link sobre educação infantil!
Por outro lado, existem buscas muito pontuais, a pessoa sabe exatamente o que ela está procurando, ela deseja achar algo que a defina, a auxilie a compreender o que sente, a complete. Eu digo isto não por conhecer estas pessoas, mas porque eu mesma já fiz isto. Cada um de nós que hoje se auto define sadomasoquista, já fez.
Exemplos de expressões que estão nos motores de busca de meu blog hoje (colei algumas frases que copiei lá dos termos listados pelo wordpress que foram usados pra cair aqui no meu blog, do modo mesmo que foram digitadas ok?):
O SIGNIFICADO DA COLERA EM BDSM, regras do sadomasoquismo, como se trata o masoquismo, Gostar de levar tapas é uma forma de masoquismo, porque atos masoquistas causam prazer, o que significa escrava kajira, como ser um dominador emocional, o que é masoquismo e sadomasoquismo?, qual e o prazer em humilhar?, qual o pior castigo para uma submissa?, como vive os sadomasoquistas, tortura psicologica como se defender, o que faz um masoquista, “como ser submissa”, “sentindo culpada” pecadora angustiada.
Agora imagina, essas pessoas que desejam saber encontram pela frente na internet o livro da senhora Natalie Shainess, um livro que diz a estas pessoas (mulheres em especial, o livro foi escrito para mulheres) que ela são uma aberração da natureza. E o maledeto livro tem um título ultra tentador, muito sugestivo: “Doce Sofrimento – o masoquismo feminino”.
Na boa, não leiam o livro “Doce Sofrimento – o masoquismo feminino”… eu nunca li tanta baboseira junto! É psicologia de botequim, quer ler psicologia? Vai ler na veia, vai ler a psicanálise de Freud, vai ler J. D. Nasio, vai ler a filosofia de Deleuze, vai ler gente mais séria, gente que não diz com todas as letras que se você é mulher e é masoquista (sempre lembrando aos leitores silenciosos que a submissão está contida no conceito de masoquismo), você é apenas um poço de culpa, uma covarde, uma doente incapaz de sentir prazer e que pior, nós temos cura rsss (quem quer ser curada aqui levanta a mão, hei eu disse curada não currada, suas assanhadas sadomasoquistas!!).
O texto abaixo foi escrito com base nas idéias expressas no livro “Doce Sofrimento – o masoquismo feminino”, de Natalie Shainess, Editora Melhoramentos, 1993. Nem precisaria eu dizer que estas idéias não são minhas né? Peloamor.
Este texto abaixo é uma das provas de que papel e tela de computador aceitam tudo, todas as ideologias, todos os discursos (inclusive o meu!). Cabe a nós, as mais interessadas, não aceitarmos essa moralização e medicalização do nosso prazer, essa visão absolutamente preconceituosa da mulher masoquista/submissa que só contribui para nos culpabilizar por termos a coragem de sentir prazer de modo diferente.

A expressão “masoquismo sexual” geralmente nos evoca crueldade associada a sexo: chicotes, algemas, flagelação – a necessidade de sofrer dor na mão do parceiro. Mas este é apenas o aspecto que chama a atenção e mais provoca curiosidade e não o mais comum, que é o resultado da influência de uma personalidade passiva, medrosa e sofredora na área sexual.
Embora tanto os homens quanto as mulheres possam ter passado por experiências que predisponham para a síndrome masoquista, ela é mais comum nas mulheres, porque nelas, elementos culturais reforçam continuamente este comportamento. Embora as mulheres tenham conquistado mais autonomia em relação aos seus destinos, e maiores oportunidades para a realização pessoal nos últimos anos, o masoquismo feminino continua atuando de forma destrutiva, puxando o tapete sob elas.
O problema do poder parece ser o centro do comportamento masoquista. É na família que a criança, inicialmente fraca e indefesa, toma o primeiro contato com medo do poder investido em outras pessoas. A mãe é grande e poderosa, e a maneira como ela exerce o seu poder nos cuidados com a criança é em grande parte responsável pela saúde psicológica do filho. Há muitas maneiras pelas quais os pais podem abusar de seu poder, além da agressão física. Se essas ações são repetitivas e continuadas, preparam o terreno para o masoquismo, minando a “confiança básica” da criança, aumentando nela a sensação de impotência e vulnerabilidade. O terror é o gatilho de qualquer transação masoquista. Na verdade o masoquismo é um mecanismo de defesa que através do dano auto-infligido procura evitar ou extinguir a agressão, real ou suposta, vinda de outras pessoas. A essência do masoquismo é a autopunição e a submissão à outra pessoa, e o sofrimento estabelecido como estilo de vida. Não se trata de maneira alguma de sentir prazer com o sofrimento, mas sim de não conseguir identificar alternativas não dolorosas para seu comportamento. Como o masoquista repete os processos destrutivos e dolorosos a exaustão, comete-se o erro de julgar que isso possa lhe dar algum prazer.
Ao se conhecerem, um homem e uma mulher são praticamente iguais em relação ao poder. Mas, o equilíbrio pode pender rapidamente a favor de um deles se o outro é masoquista. Um dos dois (em geral a mulher) passa a entregar poder, e o outro, a recebê-lo. À medida que o relacionamento progride, essa diferença vai se tornando cada vez maior, até que um prato da balança fica carregado de poder e o outro de fraqueza e medo do poder do outro. Uma mulher que aceita demais, dá demais, que se mostra ansiosa e disposta demais, e tudo isso cedo demais, se coloca numa posição subordinada e deixa claro o pouco valor que atribui a si mesma. Desaba em cima do homem, revelando não ter senso de limites. Ao não reclamar, ao não impor seus limites e seus desejos desde o primeiro encontro, a mulher envia sua mensagem: “eu aceitarei tudo”; “não atrapalharei nada”; “farei o que você quiser”; “você é quem manda”. Não é difícil imaginar qual será a correlação de forças em pouco tempo.
As mulheres foram condicionadas para o papel de masoquistas, através da história e da aculturação e é na área sexual onde isso aparece com mais força. Até poucas décadas atrás as mulheres ainda chegavam virgens ao casamento, e essa ignorância e falta de experiência gerava uma sensação de não ter direitos no confronto sexual. Todos agiam a partir do pressuposto de que cabia ao homem tomar as decisões sexuais, e às mulheres submeterem-se. Os casamentos baseavam-se mais na necessidade econômica e no desejo de progredir socialmente do que numa atração mútua que possivelmente existisse entre o dois. Era preciso agradar e conquistar qualquer homem que parecesse um bom marido em potencial – jamais contestá-lo. Esse pragmatismo afetou sensivelmente as reações sexuais das mulheres, desviando a atenção delas de suas próprias necessidades e sentimentos, voltando-a para a satisfação dos homens.
A pornografia é outra força cultural que continua reforçando a crença de que o papel sexual masoquista pertence às mulheres, por direito e merecimento. Os filmes e fotos pornôs geralmente apresentam a mulher servindo ao homem, exibindo dessa forma poderes desiguais, reforçando a idéia de que as mulheres não têm direito de dizerem o que querem na relação sexual.
A falta de desejo sexual na mulher é uma forte expressão do masoquismo sexual. É a incapacidade da reação devido a um medo generalizado dos desejos sexuais do outro. Medo de se impor e recusar o que o homem quer, medo de solicitar o que daria prazer a si própria.
Expressões mais brandas dessa síndrome destrutiva podem ser identificadas quando por exemplo, a mulher evita iniciar o ato sexual por temer que o homem pense mal dela ou a ridicularize; quando sente que não pode recusar, não importa como esteja se sentindo; quando teme solicitar carinho físico e brincadeiras amorosas antes do sexo; se não ousa solicitar uma determinada posição que prefere ou teme discutir anticoncepcionais ou questionar um homem sobre o uso de camisinha. Não que as mulheres devam fazer sempre as coisas ao seu modo, mas têm o direito de fazê-lo em parte.
Poder-se-ia pensar que as mulheres não casadas deveriam ser mais livres e mais capazes de exercer a própria vontade na área sexual, mas não é o que acontece. Ao se vincularem sexualmente a um homem, acabam adotando os aspectos negativos do comportamento das casadas, negando a si prazeres sexuais com a mesma presteza das mulheres ligadas a seus parceiros pelo casamento, embora não tenham perante ele a menor “obrigação”.
A idéia de ser uma executante passiva, quase sem vida, do ato sexual está no cerne de grande parte das fantasias sexuais masoquistas femininas. As mulheres se imaginam amarradas ou contidas de alguma forma e portanto impotentes para se impor sexualmente ou sequer recusar o contato sexual. Isso decorre do mesmo sentimento de culpa e medo que a masoquista sente em relação à praticamente tudo na vida. Nesse caso, é culpada de desejos sexuais e teme confessá-los. Assim, a masoquista cria um longo caminho, através do qual foge à desaprovação, criando uma fantasia que a priva de sua própria vontade, não podendo assim ser responsabilizada pelo ato sexual. Ela seria a vitima do homem – desamparada, passiva, rendida.
As fantasias masoquistas têm outro elemento curioso e previsível – quase sempre apresentam a mulher imaginando como se fazer mais desejável e atraente para o homem, mas quase nunca analisando o que consideraria desejável nele. Não está se negando que a mulher deva despertar desejo no homem. O corpo é, de fato, o foco da atração sexual, mas há muitos outros fatores envolvidos que não são considerados, e isso interfere e obscurece o que as mulheres consideram excitante e sexualmente desejável para elas.
Na nossa cultura a maior parte das mulheres provavelmente sofre de alguma forma de masoquismo, pois são afastadas de suas próprias noções de reação sexual autêntica pelos meios de comunicação e por pessoas revestidas de autoridade profissional, que lhes impõem um determinado padrão sexual de aparência e comportamento a que devem aspirar. Para as que tentam adaptar-se aos padrões gerais os resultados são desastrosos, pois isso não é coisa que se possa ditar de fora. O verdadeiro indicador da manifestação sexual autentica é o que se passa dentro da pessoa e para acompanhar o que se passa dentro de si mesma é preciso introspecção e consciência da própria individualidade. No passado não se acreditava que todas as mulheres deviam achar atraentes homens robustos e musculosos, nem se esperava que todos os homens reagissem de uma mesma maneira a um determinado tamanho e forma de seios. Uma mulher sabia se desejava ou não beijar determinado homem. Hoje, se ele tem uma certa aparência e se os dois se encontram numa determinada situação, ela presume que quer beija-lo e age conforme essa presunção. Tudo isso prepara o terreno para as sementes do masoquismo sexual. Cada vez mais as mulheres estão fazendo na área sexual, coisas que não querem, submetendo-se ao poder do parceiro ou parceiros e com isso perdendo sua autonomia sexual, ignorando os próprios sentimentos em conformidade com uma orientação que vem de fora.
O masoquismo se mantém através de um processo de realimentação. Uma mulher masoquista acumula feridas e quanto mais feridas ela junta, mais deteriora a imagem que tem de si mesma. E quanto mais diminui o seu auto-conceito, mais de forma masoquista ela se comporta.
Superar as tendências masoquistas é um desafio que exige muito trabalho, coragem e tempo. Mas o resultado é dos mais gratificantes que a alguém jamais conquistará.
Texto baseado nas idéias veiculadas pelo livro “Doce Sofrimento – o masoquismo feminino”, de Natalie Shainess, Editora Melhoramentos, 1993

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

desenhando

Amo...

Sumo...

Volto e amo novamente.

Sofro...

Amo...

Quero...

Perco...

Volto e continuo a amar.

Pertenço.

Amo.

Direitos reservado a K.F. Hannah. Proibida a reprodução sem citação do autor.
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Luiz Fernando Veríssimo


O desrespeito à natureza tem afetado a sobrevivência de vários seres e entre os mais ameaçados está a fêmea da espécie humana. 
Tenho apenas um exemplar em casa,que mantenho com muito zelo e dedicação, mas na verdade acredito que é ela quem me mantém. Portanto, por uma questão de auto-sobrevivência, lanço a campanha 'Salvem as Mulheres!' 
Tomem aqui os meus poucos conhecimentos em fisiologia da feminilidade a fim de que preservemos os raros e preciosos exemplares que ainda restam:

1. Habitat 
Mulher não pode ser mantida em cativeiro. Se for engaiolada, fugirá ou morrerá por dentro. Não há corrente que as prenda e as que se submetem à jaula perdem o seu DNA. Você jamais terá a posse de uma mulher, o que vai prendê-la a você é uma linha frágil que precisa ser reforçada diariamente.

2. Alimentação correta
Ninguém vive de vento. Mulher vive de carinho. Dê-lhe em abundância. É coisa de homem, sim, e se ela não receber de você vai pegar de outro. Beijos matinais e um 'eu te amo’ no café da manhã as mantém viçosas e perfumadas durante todo o dia. Um abraço diário é como a água para as samambaias. Não a deixe desidratar. Pelo menos uma vez por mês é necessário, senão obrigatório, servir um prato especial.

3. Flores 
Também fazem parte de seu cardápio – mulher que não recebe flores murcha rapidamente e adquire traços masculinos como rispidez e brutalidade.

4. Respeite a natureza 
Você não suporta TPM? Case-se com um homem. Mulheres menstruam, choram por nada, gostam de falar do próprio dia, discutir a relação? Se quiser viver com uma mulher, prepare-se para isso.

5. Não tolha a sua vaidade 
É da mulher hidratar as mechas, pintar as unhas, passar batom, gastar o dia inteiro no salão de beleza, colecionar brincos, comprar muitos sapatos, ficar horas escolhendo roupas no shopping. Entenda tudo isso e apoie.

6. Cérebro feminino não é um mito 
Por insegurança, a maioria dos homens prefere não acreditar na existência do cérebro feminino. Por isso, procuram aquelas que fingem não possuí-lo (e algumas realmente o aposentaram!). Então, aguente mais essa: mulher sem cérebro não é mulher, mas um mero objeto de decoração. Se você se cansou de colecionar bibelôs, tente se relacionar com uma mulher. Algumas vão lhe mostrar que têm mais massa cinzenta do que você. Não fuja dessas, aprenda com elas e cresça. E não se preocupe, ao contrário do que ocorre com os homens, a inteligência não funciona como repelente para as mulheres.

Não faça sombra sobre ela
Se você quiser ser um grande homem tenha uma mulher ao seu lado, nunca atrás. Assim, quando ela brilhar, você vai pegar um bronzeado. Porém, se ela estiver atrás, você vai levar um pé-na-bunda.

Aceite: mulheres também têm luz própria e não dependem de nós para brilhar. O homem sábio alimenta os potenciais da parceira e os utiliza para motivar os próprios. Ele sabe que, preservando e cultivando a mulher, ele estará salvando a si mesmo.

E meu amigo, se você acha que mulher é caro demais, vire GAY. 
Só tem mulher, quem pode!

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

....


Para ser escrava e submissa é necessário primeiramente ser livre... Ser sua... Para se entregar ao outro.  Só se dá o que se tem.
Pertencer a si, para depois se entregar e pertencer inteiramente.

Ser Dono é ser um deus e ser escrava é ser sua mais bela criação.

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quarta-feira, 8 de setembro de 2010



“Who’s Slut are you?” He growled in my ear….
”Yours Sir, only yours.” I gasped as he plowed deeper….



“Você é a puta de quem?” Ele rosnou no meu ouvido….

”Sua, Senhor, apenas sua.” Eu arfei enquanto ele estocava mais fundo….